quarta-feira, 16 de setembro de 2020
TODOS PELA VIDA
*Setembro amarelo - mês da prevenção do suicídio*
Setembro Amarelo é o mês (de 1 a 30 de setembro) dedicado à prevenção do suicídio. Trata-se de uma campanha, que teve
início no Brasil em 2015, e que visa conscientizar as pessoas sobre o suicídio, bem como evitar o seu acontecimento.É nesse mês que no dia 10 se comemora o dia mundial de prevenção do suicídios.
Ao mesmo tempo em que há muita discussão sobre o tema e que são organizadas caminhadas, durante esse mês alguns locais são decorados com a cor amarela. Assim, já foram iluminados de amarelo o Cristo Redentor, o Congresso Nacional, a Catedral e o Paço Municipal de Fortaleza, entre outros.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 32 pessoas se suicidam por dia no Brasil, o que significa que o suicídio mata mais brasileiros do que doenças como a AIDS e o câncer.
O assunto é envolto em tabus, por isso, a organização da campanha acredita que falar sobre o mesmo é uma forma de entender quem passa por situações que levem a ideias suicidas, podendo ser ajudadas a partir do momento em que as mesmas são identificadas. As situações que levam a esse fim podem surgir de quadros de depressão, bem como do consumo de drogas.
É por isso que “Falar é a melhor solução” é o slogan da campanha, cujos envolvidos na sua organização acreditam que conscientizando as pessoas podem prevenir 9 em cada 10 situações de atos suicidas.
*Origem do Setembro Amarelo*
O Setembro Amarelo começou nos EUA, quando o jovem Mike Emme, de 17 anos, cometeu suicídio, em 1994.
Mike era um rapaz muito habilidoso e restaurou um automóvel Mustang 68, pintando-o de amarelo. Por conta disso, ficou conhecido como "Mustang Mike". Seus pais e amigos não perceberam que o jovem tinha sérios problemas psicológicos e não conseguiram evitar sua morte.
No dia do velório, foi feita uma cesta com muitos cartões decorados com fitas amarelas. Dentro deles tinha a mensagem "Se você precisar, peça ajuda.". A iniciativa foi o estopim para um movimento importante de prevenção ao suicídio, pois os cartões chegaram realmente às mãos de pessoas que precisavam de apoio.
Em consequência dessa triste história, foi escolhido como símbolo da luta contra o suicídio, o laço amarelo.
Se pensar em suicídio busque ajuda. É importante que as pessoas que estejam passando por momentos de crise busquem ajuda. O ideal é um acompanhamento psicológico, além do apoio da família e dos amigos. Para isso, é essencial que as pessoas consigam falar sobre o que sentem.
Se você estiver com sérios problemas e chegar a considerar o suicídio, pode procurar ajuda entrando em contato com o Centro de Valorização à Vida (CVV).
Esse é um projeto que fornece apoio emocional e prevenção do suicídio. Através de telefone, e-mail e chat 24 horas todos os dias da semana, eles atendem de forma voluntária e gratuita todos que precisam conversar. O serviço é totalmente sigiloso.
O site do CVV é www.cvv.org.br.
© Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios – TJDFT
quinta-feira, 27 de agosto de 2020
Transtorno dismórfico corporal
No transtorno dismórfico corporal, a preocupação com um ou mais defeitos inexistentes ou sutis da aparência causa forte angústia ou prejudica a capacidade funcional.
- As pessoas normalmente passam muitas horas por dia se preocupando com um suposto defeito, que pode estar em qualquer parte do corpo.
- O médico diagnostica o transtorno quando a preocupação com a aparência causa angústia significativa ou interfere na capacidade funcional.
- Determinados antidepressivos (inibidores seletivos de recaptação da serotonina ou clomipramina) e terapia cognitivo-comportamental costumam ajudar.
A pessoa com transtorno dismórfico corporal acredita que ela tem uma ou mais imperfeições ou defeitos na aparência física, porém, esse defeito na realidade não existe ou é leve. Elas normalmente realizam determinadas atividades (como olhar no espelho, arrumar-se excessivamente ou comparar-se com outros) devido à grande preocupação com sua aparência.
O transtorno dismórfico corporal geralmente começa durante a adolescência e possivelmente ocorre com um pouco mais de frequência em mulheres. Aproximadamente 2% a 3% das pessoas apresentam o transtorno.
Sintomas
Os sintomas do transtorno dismórfico corporal podem surgir de maneira gradativa ou súbita, variar de intensidade e costumam persistir se não forem adequadamente tratados. O rosto ou a cabeça costumam ser os principais motivos de preocupação, mas ele pode estar relacionado a qualquer outra parte ou várias partes do corpo, e pode mudar de uma parte do corpo para outra. Por exemplo, é possível que a pessoa esteja preocupada com supostos defeitos, como queda de cabelo, acne, rugas, cicatrizes, cor da pele ou excesso de pelo facial ou corporal. Uma pessoa também pode concentrar-se na forma ou no tamanho de uma parte do corpo, como o nariz, os olhos, as orelhas, a boca, os seios, as pernas ou as nádegas. Alguns homens com constituição física normal, ou até mesmo atlética, sentem-se franzinos, e tentam obsessivamente aumentar o peso e os músculos: um transtorno chamado de dismorfia muscular. É possível que a pessoa descreva as partes do corpo de que não gosta como feias, pouco atraentes, deformadas, medonhas ou monstruosas.
A maioria das pessoas com o transtorno dismórfico corporal não sabe que, na verdade, são normais.
A maioria das pessoas com transtorno dismórfico corporal tem dificuldade de controlar sua preocupação e gastam horas todos os dias preocupando-se com seus supostos defeitos. É possível que a pessoa pense que os outros estão reparando nela ou ridicularizando-a devido aos defeitos de sua aparência. A maioria das pessoas inspeciona-se com regularidade no espelho, outras evitam os espelhos e outras alternam entre os dois comportamentos.
Muitas pessoas se arrumam de forma compulsiva e excessiva, cutucam a própria pele (para remover ou arrumar os supostos defeitos de pele) e buscam reafirmação sobre os supostos defeitos. Elas podem frequentemente mudar de roupa para tentar esconder ou camuflar seu defeito discreto ou inexistente ou tentar melhorar a aparência de outras formas. Por exemplo, é possível que a pessoa deixe a barba crescer para esconder supostas cicatrizes ou usar um chapéu para cobrir uma leve queda de cabelo. Muitas pessoas procuram tratamento médico cosmético (principalmente dermatológico), odontológico ou cirúrgico, às vezes repetidamente, para corrigir esse suposto defeito. Tais tratamentos são normalmente ineficazes e podem intensificar a sua preocupação. É possível que alguns homens com dismorfia muscular tomem esteroides anabolizantes (por exemplo, testosterona), o que pode ser perigoso.
Você sabia que...
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Uma vez que a pessoa com transtorno dismórfico corporal sente-se constrangida por sua aparência, é possível que ela evite aparecer em público incluindo faltar ao trabalho, à escola ou não participar de atividades sociais. Algumas pessoas com sintomas graves só saem de casa à noite e outras nunca saem. Assim, esse transtorno frequentemente dá origem ao isolamento social. A angústia e a disfunção associadas ao transtorno podem causar depressão, internações hospitalares repetidas, comportamento suicida e suicídio.
Diagnóstico
- Avaliação de um médico com base em critérios diagnósticos específicos
O transtorno dismórfico corporal pode permanecer sem diagnóstico por anos, porque muitas pessoas se sentem constrangidas ou envergonhadas de revelar seus sintomas ou porque, de fato, acreditam que são feias. Este transtorno se distingue das preocupações normais com a aparência física ou da vaidade porque essas preocupações ocupam muito tempo e causam angústia significativa, prejudicando as atividades.
O médico diagnostica o transtorno dismórfico corporal quando a pessoa:
- Fica preocupada com um ou mais defeitos em sua aparência que outras pessoas pensam ser insignificantes ou nem reparam neles
- Fica repetidamente realizando atividades ou tendo pensamentos (por exemplo, olhar-se no espelho, arrumar-se excessivamente ou comparar-se com outros) devido à sua grande preocupação com sua aparência
- Sente muita angústia ou se torna menos capaz de funcionar normalmente (no trabalho, na família ou com amigos), porque está tão preocupada com os supostos defeitos na aparência
Tratamento
- Determinados antidepressivos
- Terapia cognitivo-comportamental
O tratamento com determinados antidepressivos – especificamente os inibidores seletivos de recaptação da serotonina ou a clomipramina (um antidepressivo tricíclico) – frequentemente é eficaz para pessoas com transtorno dismórfico corporal.
A terapia cognitivo-comportamental com foco específico nos sintomas do transtorno dismórfico corporal também pode ser eficaz. No caso dessa terapia, o terapeuta ajuda a pessoa a desenvolver crenças mais exatas e úteis sobre sua aparência física. O terapeuta também ajuda a pessoa a parar de praticar os comportamentos repetitivos excessivos, como ficar se olhando no espelho e cutucar a própria pele. Ele também ajuda a pessoa a participar e se sentir mais à vontade em situações sociais.
A terapia de reversão de hábito é utilizada para diminuir as atividades repetitivas de cutucar a pele ou arrancar os cabelos/pelos que as pessoas com transtorno dismórfico corporal podem fazer para tentar minimizar ou eliminar os supostos defeitos relacionados à pele (por exemplo, manchas) ou aos cabelo/pelos (por exemplo, excesso de pelos faciais).
Uma vez que muitas pessoas com esse transtorno não reconhecem que possuem um problema, é possível que o médico precise utilizar técnicas motivacionais para ajudar a pessoa a participar do tratamento.
Muitos especialistas acreditam que a combinação de farmacoterapia e terapia cognitivo-comportamental é a melhor abordagem para casos graves.
Fonte: https://www.msdmanuals.com
sexta-feira, 21 de agosto de 2020
3ª Séries - Origem do FUTSAL
Primórdios do Futsal
O futebol de salão tem duas versões sobre o seu surgimento, e, tal como
em outras modalidades desportivas, há divergências quanto a sua
invenção. Há uma versão que o futebol de salão começou a ser jogado por
volta de 1940 por frequentadores da Associação Cristã de Moços, em São
Paulo (SP), pois havia uma grande dificuldade em encontrar campos de
futebol livres para poderem jogar e então começaram a jogar suas
“peladas” nas quadras de basquete e hóquei.
No início, jogavam-se com cinco, seis ou sete jogadores em cada equipe,
mas logo definiram o número de cinco jogadores para cada equipe. As
bolas usadas eram de serragem, crina vegetal, ou de cortiça granulada,
mas apresentavam o problema de saltarem muito e frequentemente saiam da
quadra de jogo, então tiveram seu tamanho diminuído e seu peso
aumentado, por este fato o futebol de salão foi chamado de “Esporte da
bola pesada“.
Há também a versão, tida como a mais provável, de que o futebol de salão
foi inventado em 1934 na Associação Cristã de Moços de Montevidéu,
Uruguai, pelo professor Juan Carlos Ceriani, que chamou este novo
esporte de “Indoor-foot-ball“.
Primeiras entidades oficiais
Habib Maphuz é um dos nomes que mais se destaca nos primórdios do
futebol de salão. Maphuz era professor da ACM de São Paulo e no início
dos anos cinquenta participou da elaboração das normas para a prática de
várias modalidades esportivas, sendo uma delas o futebol jogado em
quadras, tudo isto no âmbito interno da ACM paulista, este mesmo
salonista fundou a primeira liga de futebol de salão, a Liga de Futebol
de Salão da Associação Cristã de Moços. Mais tarde o professor se tornou
o primeiro presidente da Federação Paulista de Futebol de Salão.
Em 28 de Julho de 1954 foi fundada a Federação Metropolitana de Futebol
de Salão, atual Federação de Futebol de Salão do Estado do Rio de
Janeiro, a primeira federação estadual do Brasil, sendo Ammy de Moraes
seu primeiro presidente. Neste mesmo ano foi fundada a Federação Mineira
de Futebol de Salão. Em 1955 foi fundada a Federação Paulista de
Futebol de Salão. O que se viu a partir de então foi o desencadeamento
da origem de federações estaduais por todo o Brasil. Em 1956 as
Federações cearense, paranaense, gaúcha e baiana. Em 1957 a catarinense e
a norte-rio-grandense, em 1959a sergipana. Na década de 60 foram
fundadas as Federações de Pernambuco, do Distrito Federal, da Paraíba,
enquanto na década de 70 tiveram origem as federações acreana, a do Mato
Grosso do Sul, a goiana, a piauiense, a mato-grossense, e a maranhense.
Nos anos 80 foram fundadas as federações amazonense, a de Rondônia, a
do Pará, a Alagoana, a do Espírito Santo e a Amapaense. E, finalmente,
na década de 90 vieram as mais novas: Roraimense e a Tocantinense.
Primeiras regras
As primeiras regras publicadas foram editadas em 1956. As normas foram
feitas por Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandes, em São Paulo. Juan Carlos
Ceriani e Habib Maphuz professores da ACM são considerados os pais do
futebol de salão. Este esporte, relativamente novo, é sem nenhuma
contestação a segunda modalidade esportiva mais popular no Brasil,
somente atrás do futebol, e atualmente o esporte em maior crescimento em
todo mundo.
O futebol de salão brasileiro tinha no seu inicio, em meados dos anos cinquenta, várias regras. Foi então que em 5 de fevereiro de 1957 o
então presidente da Confederação Brasileira de Desportos, CBD, Sylvio
Pacheco criou o Conselho Técnico de Assessores de Futebol de Salão para
conciliar divergências e dirigir os destinos do futebol de salão no
Brasil.
Foram eleitos para este conselho com mandato de três anos: Ammy de
Moraes (Guanabara), Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandez (São Paulo),
Roberto José Horta Mourão (Minas Gerais), Roberval Pereira da Silva
(Estado do Rio), Utulante Vitola (Paraná).
(Fonte: http://www.fmfutsal.org.br)
FUNDAMENTOS TÉCNICOS DO FUTSAL MODERNO
Domínio no futsal ( Recepção): Domínio é a habilidade de
recepcionar a bola. O objetivo do professor ao ensiná-la é o de levar a
criança a recepcioná-la com as diversas partes do corpo.
Condução no futsal: A condução é quando se leva a bola pela
quadra de jogo. Uma regra básica: a bola deve estar próxima do condutor.
Essa condução pode ser feita em linha reta, daí o nome de retilínea.
Também em ziguezague, e, portanto, sinuosamente. As outras faces para se
conduzir são interna e externa. A de frente é ineficaz.
Chute no futsal: O chute surge quando do contato da criança com a
bola em direção à meta adversária ou para afastar o perigo de um ataque
adversário. O primeiro seria o chute com o objetivo ofensivo. O
segundo, com o objetivo defensivo. Logo, chute sempre é a mesma coisa, o
que muda é o objetivo. Quais seriam as possíveis trajetórias de chute?
Rasteira, meia altura e alta. Quais seriam os tipos, as maneiras de
chutar? Com o dorso ou de peito de pé, de bate-pronto ou semi voleio, de
voleio ou sem pulo, de bico e por cobertura.
Passe no futsal: O passe só acontece quando há duas pessoas.
Passa-se quando um alguém envia a bola para um outro alguém. Em geral
passa-se a bola com os pés, mas também pode sair um passe com a cabeça,
com o peito, a coxa, o ombro.O passe é classificado quanto à distância, à
trajetória (altura), à execução (parte do corpo), ao espaço de jogo
(quadra) e à habilidade.- Distância: Curto - até 4 metros; Médio - 4 a
10 metros; Longo - acima de 10 metros.- Trajetória: Rasteiro, meia
altura, parabólico.- Execução: Interna, externa, anterior (bico),
solado, dorso.- Espaço de Jogo: Lateral, diagonal, paralelo.- Passes de
Habilidade: Coxa, peito, cabeça, calcanhar, ombro, parabólico ou cavado.
Drible no futsal: O drible é feito com posse de bola. Quem
dribla, procura, com bola, passar por um adversário. Esse "passar pelo
adversário" exigirá, algumas vezes, velocidade, outras apenas mudança de
direção, outras, criatividade, ginga e outras ainda, todas estas coisas
simultaneamente. Entretanto, uma coisa é certa: o que dificulta a
habilidade de marcar é a perda do equilíbrio. Logo, o drible eficaz é
aquele que provoca no outro o desequilíbrio.
Finta no futsal: Finta, ao contrário do drible, é realizada sem
bola. Ainda que quem finta esteja sem bola, o faz com o objetivo de
obtê-la. O professor que ensina a fintar tem o objetivo de levar a
criança a enganar o seu adversário para receber a bola. Outros nomes,
dependendo da região do país, são sinônimos de finta: desmarcação,
balanço, gato, vai e vem, pique falso.
Marcação no futsal: Quem marca tem o objetivo de desarmar quem
tem a bola, tomando-lhe a mesma ou tirando-a; também objetiva impedir
que o adversário receba a bola.
Proteção de Bola no futsal: Proteger significa manter a posse de
bola quando marcado diretamente por um adversário. Porém, não se trata
de drible. Técnica para proteger a bola: quem protege deve antecipar o
lado que o oponente quer entrar a fim de realizar o desarme. A oposição
deve ser feita com o tronco e o braço.
Fonte: Professor Adson Barros Santana – http://adsonbarros.blogspot.com/
A QUADRA OFICIAL DO FUTSAL
segunda-feira, 20 de julho de 2020
Conteúdo do 2º Bimestre das 3ª séries.
Exercícios físicos e hábitos saudáveis podem ser aliados para a prevenção e tratamento de doenças
Existem inúmeras opções de exercícios que podem ser positivos para a saúde, como por exemplo, caminhar, correr, pedalar, praticar esportes, fazer alongamentos, musculação, entre outros. Não importa qual seja a modalidade escolhida, o importante é realizá-la com frequência e também procurar a orientação de um profissional da saúde antes de iniciar a prática de atividades.
Segundo lista divulgada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no ranking dos motivos que são mais prejudiciais à vida, sete deles podem ser prevenidos ou controlados por meio de atividade física. As principais doenças que decorrem da falta de atenção aos cuidados com a saúde são as cardiovasculares, como hipertensão, infarto agudo do miocárdio (IAM) e acidente vascular encefálico (AVE).
Também podem ser evitadas as doenças metabólicas, como o colesterol elevado e diabetes, e osteoarticulares (osteoporose, artrites, artroses, lombalgias e dores articulares em geral). “A prevenção pode ser feita através de um estilo de vida saudável, como uma boa alimentação, períodos adequados de sono, rotina de exercícios e atividades de lazer que proporcionem bem-estar”, afirma Tânia Fleig, fisioterapeuta da Mercur S/A (www.mercur.com.br).
“O uso de dispositivos que auxiliam a prática de exercícios, como bolas e faixas elásticas, também pode ser útil. As atividades devem ser sempre orientadas de acordo com a avaliação prévia das condições de saúde de cada pessoa”, justifica a fisioterapeuta. “Ao realizar atividades físicas é recomendável usar roupas leves e confortáveis, saber o tipo de calçado adequado, alongar-se e hidratar-se antes e após a atividade”, finaliza Tânia.
Confira abaixo algumas dicas de exercícios para serem feitos em diferentes locais e que podem estimular a prática de atividade física:
Exercício 1:
Fortalecimento de Coxas e Glúteos
Em pé com os joelhos levemente flexionados e com a bola entre as costas e uma parede, flexione os joelhos como se fosse sentar, deslizando com as costas na bola. Faça 2 a 3 séries de 8 a 12 repetições.
Exercício 2:
Fortalecimento de Tronco Posterior
De joelhos, com o abdômen e o peito apoiados sobre a bola e com as mãos atrás da cabeça, leve o tronco e a cabeça para cima, mantendo apenas o quadril e abdômen apoiados na bola. Faça 2 a 3 séries de 8 a 12 repetições.
Exercício 3:
Abdominal Inferior e Fortalecimento interno de Coxas
Deite com os quadris flexionados segurando a bola entre os pés, realize movimentos lentos de levar a bola para baixo e para cima. Faça 1 a 2 séries de 10 repetições.
Exercício 4:
Fortalecimento de Braços – Tríceps
Sente na bola e posicione a Faixa Elástica em diagonal nas costas com uma mão próxima ao ombro (palma voltada para a frente) e a outra no meio das costas (palma voltada para trás). Os cotovelos devem estar flexionados e abertos.
Inspire e durante a expiração estenda os cotovelos, abrindo bem os braços na diagonal, como se fosse espreguiçar-se. Ao final do movimento a posição das mãos deve seguir a mesma linha dos braços.
Recomendamos fazer estes movimentos de forma contínua por até 10 repetições para cada lado.
Exercício 5:
Fortalecimento de Braços – Bíceps
Sente na bola e posicione seus pés sobre a Faixa Elástica, paralelos e levemente afastados. Segure a Faixa mantendo os cotovelos estendidos e a coluna ereta.
Inspire e durante a expiração flexione os cotovelos puxando as mãos na direção dos ombros.
Puxe a Faixa Elástica até a altura dos ombros, inspire e retorne à posição inicial.
Recomendamos fazer estes movimentos de forma contínua por até 10 repetições.


