A mulher é cheia de órgãos específicos que a fazem um ser abençoado por Deus, principalmente pelo fato de conceber outro ser vivo dentro de si. Mas por ter esses órgãos específicos para a reprodução, fazem com que a mulher tenha problemas de saúde que só acontecem com o sexo feminino. Essas doenças são tão triviais e a prevenção, o diagnostico precoce são tão importantes que fazem com que alguns estados possuam hospitais exclusivos para a saúde da mulher.
Entre essas doenças estão algumas como câncer de mana e a osteoporose, que também apresentam no sexo masculino, porém em uma porção bem menor. Conheça algumas doenças que afetam as mulheres e o que fazer para preveni-las.
Câncer de Mana: De acordo com estatísticas, o câncer de mama é a doença que mais mata as mulheres. O exame que ajuda no diagnostico precoce da doença é a mamografia (tipo de raio X especial). Esse exame é disponibilizado na rede publica (gratuitamente) e deve ser realizado a partir dos 40 anos.
Câncer do Colo do Útero: Essa é outra doença que atinge consideravelmente o meio feminino. De acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer), o câncer do colo do útero está diretamente associada ao contágio com o vírus HPV, que pode ser adquirido durante as relações sexuais sem preservativos. Para se prevenir do HPV é importantíssimo se proteger durante as relações sexuais e fazer o exame preventivo, o famoso papanicolau, que é de suma importância. Toda mulher sexualmente ativa deve fazer esse exame. O intervalo de 6 meses é o que os médicos recomendam.
Câncer do Endométrio: Um sinal do câncer do endométrio é o sangramento vaginal que surge depois da menopausa. Um dos fatores de risco da doença é a obesidade. Até o momento ainda não existe um exame de rotina que deve ser feito para detectar a doença, mas é de suma importância procurar um médico assim que houver sangramento anormal.
Câncer do Ovário: Esse tipo de câncer não apresenta sintomas e não está associado a fatores de riscos conhecidos. De acordo com o Inca, é o tipo mais complexo de ser diagnosticado. Segundo especialistas, a pessoa começa a sentir desconforto em uma etapa avançada da doença. Sendo um câncer muito raro e que nenhum país do mundo já tenha programas para combatê-lo.
“Bexiga Caída”: No período gestacional a mulher pode sofrer uma sobrecarga dos músculos que estão próximos a virilha, ocasionando flacidez (desses músculos) e “queda dos órgãos internos”. Com a chegada da menopausa, a musculatura acaba ficando mais fraca, podendo ocasionar a incontinência urinária (vontade contínuas de ir ao banheiro ou até mesmo perda involuntária de pequenas quantidades de urina). Especialistas aconselham exercícios que ajudam a prevenir esse problema como, por exemplo, Ioga e Pilates.
Hipertensão na Gravidez: popularmente conhecida como pré-eclampsia, a pressão alta no período gestacional pode aumentar o riso do descolamento prematura da placenta, como também diminuir a oxigenação do feto ou ainda ocasionar a eclampsia, é onde acontecem as convulsões. Existem dois tipos de hipertensão na gravidez, aquela em que a mulher já possui antes mesmo de ficar grávida e a outra quando a mulher desenvolve no período gestacional. Nos dois casos, o pré-natal é a melhor forma de prevenção contra a doença.
Diabetes Gestacional: Igualmente a hipertensão, a diabetes pode acontecer durante a gravidez, botando em risco a vida do feto. Quando a mulher tem a diabetes durante o período gestacional, uma dieta especial acaba controlando esse problema, já em mulheres que apresentam a doença antes de engravidarem, a prevenção é de extrema importância.
Depressão e Menopausa. A queda hormonal natural proveniente a menopausa, são problemas que acabam levando muitas mulheres à depressão. Tratamentos com terapias, com psicólogos, medicamentos, ajudam bastante nessa fase da mulher.
Osteoporose: Essa é outra doença que pode vir em decorrência a menopausa. É quando os ossos começam a ficar mais fracos, menos densos. A melhor prevenção para isso é ter uma alimentação saudável, rica em cálcio, a pratica de atividades físicas, evitar cafeína e cigarros. Infelizmente a hereditariedade pode aumentar o risco da osteoporose, a pessoa pode ter uma predisposição a ter massa óssea menor. Mas existem medicamentos que ajudam nesse caso.
MAMÃE SAUDÁVEL
Durante a gravidez é comum a mulher engordar. O problema é quando esse ganho de peso é excessivo, pois aumenta os riscos de desenvolver doenças como diabetes e hipertensão, assim como as taxas de mortalidade entre os recém-nascidos dessas mães. Segundo a psicóloga Yara Daros, cerca de 45% das mulheres obesas no mundo engordaram após a gestação. Por isso, a especialista sugere que, durante esse período, a grávida tenha uma alimentação rica em frutas, legumes e verduras, e que mastigue os alimentos devagar. Ela também indica que as refeições sejam fracionadas em seis a oito vezes ao dia, com pequenas quantidades. Também é preciso afastar a idéia de entrar em uma dieta rigorosa. Se for inevitável, o ideal é que seja feita com acompanhamento médico. Do contrário, a mulher estará arriscando a própria vida e a de seu bebê. Uma curiosidade: a amamentação consome de 400 a 500 calorias diárias, mais do que se é queimado em uma hora de exercícios aeróbicos.
Cancro Duro (Sífilis)
Cancro Mole
Candidíase
Herpes Simples Genital
Gonorréia
Condiloma acuminado/HPV
Linfogranuloma Venéreo
Granuloma Inguinal
Pediculose do púbis
Hepatite B
AIDS
Infecção por clamídia
Infecção por trichomonas
Infecção por ureaplasma
Infecção por gardnerella
Molusco Contagioso
Cancro Duro (Sífilis)
Conceito
Cancro Mole
Conceito
Candidíase
Conceito
Herpes Simples Genital
Conceito
Gonorréia
Conceito
Condiloma Acuminado HPV
Conceito
Linfogranuloma Venéreo
Conceito
Granuloma Inguinal
Conceito
Pediculose do Púbis
Conceito
Hepatite B
Conceito
Infecção das células hepáticas pelo HBV (Hepatitis B Virus) que se exterioriza por um espectro de síndromes que vão desde a infecção inaparente e subclínica até a rapidamente progressiva e fatal.
Os sintomas, quando presentes, são : falta de apetite, febre, náuseas, vômitos, astenia, diarréia, dores articulares, icterícia (amarelamento da pele e mucosas) entre os mais comuns
AIDS
Conceito
Síndrome (uma variedade de sintomas e manifestações) causado pela infecção crônica do organismo humano pelo vírus HIV (Human Immunodeficiency Virus).
O vírus compromete o funcionamento do sistema imunológico humano, impedindo-o de executar sua tarefa adequadamente, que é a de protegê-lo contra as agressões externas (por bactérias, outros vírus, parasitas e mesmo por celulas cancerígenas).
Com a progressiva lesão do sistema imunológico o organismo humano se torna cada vez mais susceptível a determinadas infecções e tumores, conhecidas como doenças oportunísticas, que acabam por levar o doente à morte.
A fase aguda (após 1 a 4 semanas da exposição e contaminação) da infecção manifesta-se em geral como um quadro gripal (febre, mal estar e dores no corpo) que pode estar acompanhada de manchas vermelhas pelo corpo e adenopatia (íngua) generalizada (em diferentes locais do organismo). A fase aguda dura, em geral, de 1 a 2 semanas e pode ser confundida com outras viroses (gripe, mononucleose etc) bem como pode também passar desapercebida.
Os sintomas da fase aguda são portanto inespecíficos e comuns a várias doenças, não permitindo por si só o diagnóstico de infecção pelo HIV, o qual somente pode ser confirmado pelo teste anti-HIV, o qual deve ser feito após 90 dias (3 meses) da data da exposição ou provável contaminação..
Transmissão
Sangue e líquidos grosseiramente contaminados por sangue, sêmem, secreções vaginais e leite materno.
Pode ocorrer transmissão no sexo vaginal, oral e anal.
Os beijos sociais (beijo seco, de boca fechada) são seguros (risco zero) quanto a transmissão do vírus, mesmo que uma das pessoas seja portadora do HIV. O mesmo se pode dizer de apertos de mão e abraços.
Os beijos de boca aberta são considerados de baixo risco quanto a uma possível transmissão do HIV.
Infecção por Clamídia
Conceito
Molusco Contagioso
Conceito
Doença da pele que se caracteriza pela produção de pápulas (elevações da pele) umbelicadas (com uma depressão central), de cor que varia do branco peroláceo (translúcido) ao rosa, em geral com 2 a 6 milímetros de diâmetro e com base (local de implantação) levemente hiperemiada (avermelhada). São comumente múltiplas principalmente por serem auto-inoculáveis. As lesões são levemente pruriginosas (produzem coceira) e localizam-se em qualquer região da pele (face, tronco e áreas expostas das extremidades) e, mais raramente, nas mucosas. Podem ocorrer em qualquer idade mas são mais comuns em crianças de 0 a 12 anos.
Infecção por Trichomonas
Conceito
É uma das principais causas de vaginite ou vulvovaginite da mulher adulta podendo porém, cursar com pouca ou nenhuma manifestação clínica. Quando presente, manifesta-se na mulher como um corrimento vaginal amarelo esverdeado ou acinzentado, espumoso e com forte odor característico. Não é incomum também ocorrer irritação na região genital bem como sintomas miccionais que podem simular uma cistite (dor ao urinar e micções frequentes).

HPV é comumente associado às mulheres por ser responsável por quase 100% dos casos de câncer no colo do útero , mas ele também ocorre nos Homens: O papilomavírus humano, ou HPV, também afeta os homens – e mais do que as pessoas imaginam.
Pesquisa recém-divulgada pelo INCA (Instituto Nacional do Câncer), em parceira com o Instituto de Virologia da Fundação Oswaldo Cruz, mostra que o HPV está associado a até 75% dos casos de câncer de pênis.
Segundo o urologista Antonio Augusto Ornellas, coordenador do estudo, os dados não são capazes de comprovar se o vírus é o principal causador do tumor, mas ao menos deixa claro algum envolvimento no aparecimento da doença. “O HPV pode ajudar a proliferar as células do câncer”, sugere Ornellas, médico responsável pelo setor de Urologia do INCA e do Hospital Mário Kröeff.
O oncologista Sergio Daniel Simon concorda. O especialista, que atua no Hospital Albert Einstein, na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e no Centro Paulista de Oncologia, afirma que a má higiene do pênis, associada à presença de fimose, costuma provocar grande parte dos casos do câncer no órgão genital masculino. Mas também admite que o HPV pode causar uma série de modificações genéticas que, posteriormente, desencadeariam a doença. “Esse tumor se localiza basicamente na pele, mas pode haver penetração profunda”, alerta.
Como identificar o vírus e tratá-lo
As lesões e verrugas em formato de couve-flor (de diversos tamanhos) – uma característica da presença do HPV no organismo – são mais visíveis e fáceis de ser identificadas no pênis (na glande ou no prepúcio) do que na vagina ou no colo do útero. Por isso, nesse aspecto, os homens saem em vantagem na luta contra o vírus.
Uma vez descobertas, lesões e verrugas são tratadas com procedimentos como cauterização, uso de pomadas, crioterapia e cirurgia a laser.
O problema é que nem sempre esses sinais aparecem. E aí, tanto o diagnóstico quanto o tratamento podem ser mais complicado para eles do que para elas. Por isso, caso a parceira seja diagnosticada com a doença, mesmo que não haja marcas no pênis, o homem precisa passar por um exame preventivo: a genitoscopia. Em casos positivos para o HPV, pode ser necessário ainda uma avaliação mais específica, chamado hibridização molecular ou captura híbrida. Esse exame retira uma minúscula amostra de tecido para biópsia.
A falta de um diagnóstico precoce e alguns obstáculos, como cepas (tipos) resistentes do vírus e imunidade baixa, porém, podem tornar o tratamento complicado e ineficiente. Nesses casos, o risco do HPV provocar um câncer aumenta, assim como a necessidade de retirada de boa parte do pênis. “Mesmo com a amputação, felizmente, há como deixar uma parte do órgão que possibilite ao homem ter relações sexuais e urinar”, lembra o urologista do Inca, Antonio Augusto Ornellas.
É possível prevenir?
O HPV é transmitido sexualmente ou pelo contato via oral ou genital com fluidos contaminados, que afeta a área genital e a mucosa oral. Portanto, assim como toda doença sexualmente transmissível, o vírus também pode ser barrado com o uso de camisinha – tanto feminina quanto masculina. Essa proteção, porém, não é tão eficaz para o HPV quanto é para outras DSTs. “O homem pode contrair o vírus pela bolsa escrotal, por exemplo, que não recebe a proteção da camisinha”, alerta Ornellas.
Quanto à vacina contra o HPV – três doses, com um custo alto ainda no Brasil e indicada apenas para mulheres sexualmente ativas – teoricamente, ela também poderia ser um recurso de prevenção para os homens. Mas, segundo os especialistas, além de brecar a atuação apenas dos tipos mais comuns de HPV, ainda não há estudos comprovando a eficácia ou atuação da vacina para o sexo masculino. (Fonte: gestantes.net)