sábado, 27 de setembro de 2014
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
COMEÇA A PREPARAÇÃO DAS GARRAFAS PET
Começa a preparação das garrafas PET, nesta fase do projeto da construção das arquibancadas, os alunos trabalham para preencher as garrafas, que tem na base (fundo) cimento e o restante está sendo colocado areia. Serão feitas nesse processo sete mil garrafas PET, divididas em duas cores, as claras e as verdes, que devem fazer um mosaico colorido na fachada da arquibancada.
A ideia de construir uma arquibancada de plástico surgiu depois que cobriram a quadra e da necessidade de ter um espaço para que os alunos pudessem sentar durante as aulas de educação física, e sem falar nos eventos da escola como: Quadrilhas; Semana Santa – TEATRO; Interclasse, Apresentação de Dança e outros. Levar está ideia para a escola foi um desafio que tenho o prazer de enfrentar.
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
ARRECADAÇÃO DAS GARRAFAS PET
Os discentes do CEM Castro Alves estão participando do projeto ARQUIPET, Arquibancada com Garrafas Pet. Todas as garrafas estão sendo trazidas pelos alunos, pais, professores e comunidade.
Nesta primeira etapa, a proposta foi conscientizar os alunos da importância da reciclagem bem como a preservação do meio ambiente. Depois nós partimos para a segunda etapa, que é arrecadar 12 mil garrafas PET, de 2 litros até 3 Litros com tampa. A partir dessa arrecadação vamos preparar as garrafas para a construção efetiva da arquibancada.
Nesta primeira etapa, a proposta foi conscientizar os alunos da importância da reciclagem bem como a preservação do meio ambiente. Depois nós partimos para a segunda etapa, que é arrecadar 12 mil garrafas PET, de 2 litros até 3 Litros com tampa. A partir dessa arrecadação vamos preparar as garrafas para a construção efetiva da arquibancada.
A construção de uma arquibancada
de cada lado da quadra vai proporcionar aos alunos e a comunidade um conforto que
hoje não temos a nossa quadra recebeu cobertura em 2010, o que nos deu um
alento em relação ao sol, agora precisamos proporcionar um espaço que possa
servir para todos os eventos na escola.
Tanto a coleta das garrafas PET,
quanto a construção das arquibancadas serão realizadas pelos alunos do CEM
Castro Alves, sob a orientação do professor Márcio Ricardo e da coordenadora
Rosimari Dunck e diretora Vera falchione.
Despertar nos alunos a capacidade
de construir através de ações simples o seu próprio conhecimento sobre a
reutilização do plástico que é jogado no lixo todos os dias, desta forma
proporcionar o interesse pela preservação e utilização desses recursos que
estão ao nosso alcance todos os dias. O projeto “ARQUIPET” quer mostrar aos alunos a importância de nossas ações
para melhorara o mundo em que vivemos.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
CONSTRUÇÃO DA ARQUIBANCADA COM PET
O Projeto Ensino Aprendizagem, “ARQUIPET”,
apresenta ações idealizadas pelo professor de educação física, que envolve a
participação direta dos discentes e doscentes, com ações continuas e sistematizadas, que
proporcionam ao alunado a possibilidade de gerir o seu próprio conhecimento,
através da conscientização de preservar o meio ambiente, na reutilização das
garrafas PET.
O projeto “ARQUIPET” espera ser o início desse elo entre o conhecimento e o
aprendizado, produzindo uma ação eficaz na reciclagem e despertando o interesse
dos alunos na busca de soluções para os problemas ambientais. Dois aspectos que
precisam estar intimamente ligados, afinal promover o conhecimento não
representa que os alunos aprendam realmente o que foi proposto, mas abrir uma
nova perspectiva neste processo do saber criando assim novos paradigmas para
serem superados.
Este projeto está sendo desenvolvido no CEM Castro Alves por todos nós, professores, direção, coordenadores, alunos e comunidade. Mais de 12 mil garrafas PET que serão usadas na construção da
arquibancada, já arrecadamos até agora mais de 3 mil garrafas. Vamos
precisar ainda de mais garrafas, caminhão de areia, cimento, ferro, tinta e 100 tijolos
terça-feira, 26 de agosto de 2014
AS NOVAS REGRAS E A QUADRA DO BASQUETE
Art.
4.3 Uniformes
Não será permitido o uso de camisetas
por baixo dos uniformes de jogo.
Art.
25.2.3 Jogador caindo no chão
Trata‐se de uma jogada
legal quando o jogador, segurando a bola, cai e desliza no chão. FIBA NEWS
Art.
28.1.3 Bola passada para a quadra de ataque
A bola passa para a quadra de ataque
quando, durante o drible da quadra de defesa para a de ataque, ambos os pés do atacante e a bola
estejam em contato com a quadra de ataque.
Art.
30.1.2 Bola retornada para a quadra de defesa
Não
será mais violação
se o jogador,
saltando da sua
quadra de ataque,
estabelecer um novo
controle de bola
para sua equipe
enquanto estiver no
ar e cair
na sua quadra
de defesa.
Art.
31 Interferência de trajetória e
interferência com a bola
Se um
jogador tocar a
bola, tendo passado
(a mão ou o braço) pela cesta
de baixo para cima, é
uma interferência (e não uma
simples violação) com
todas as consequências
relevantes da regra.
Art.
36.1.4 Falta antidesportiva
Se um defensor provocar um contato por
trás ou lateralmente numa tentativa de parar um
contra‐ataque
e for o
último defensor entre
o atacante e
a cesta, o
contato deverá ser
julgado como antidesportivo.
Art.
38.3.1 Falta técnica
Uma
falta técnica poderá
ser sancionada contra
um jogador por
girar/balançar seus cotovelos (sem que ocorra um contato).
• Regras Oficiais do Basquetebol 2010 As
mudanças abaixo mencionadas entrarão em efeito como se segue: • Para competições de alto nível (Nível
1) (principais competições
oficiais da FIBA:
Torneios Olímpicos, Campeonatos
Mundiais masculinos e
femininos, Mundiais Sub‐19 e Sub‐17 masculinos
e femininos e
campeonatos continentais masculinos
e femininos): a partir de 1º de outubro de 2010, isto
é, após os
Campeonatos Mundiais da FIBA em 2010.
Art.
2.2.3 Linhas de lances livres e áreas restritivas
As áreas restritivas serão áreas
retangulares marcadas na quadra de jogo.
A área restritiva (três
segundos) deverá ser
um retângulo (não mais
um trapézio) como mostra o Diagrama 1 abaixo.
Art.
2.2.4 Área de cesta de três pontos
A distância da linha de três pontos será
de 6,75m (e não mais de 6,25 como no momento).
Art.
2.2.6 Linhas para reposição na lateral
As
duas pequenas linhas
deverão ser marcadas
na margem externa
da quadra, no
lado oposto ao
da mesa de
controle e das
áreas de banco,
com sua margem
mais distante afastada 8,325m da margem interna da linha final;
ou seja, alinhada ao topo
da linha de três pontos. Durante
os últimos dois
minutos da partida
e dos períodos
extras, seguindo um
tempo debitado concedido para o
time que tenha o direito a uma reposição de bola na sua quadra de defesa, o arremesso de fora para dentro subsequente será dado do
lado oposto ao da mesa de controle, da
“linha de reposição” e não mais da linha central estendida.
Art.
2.2.7 Semicírculos nos quais não serão consideradas/marcadas cargas ofensivas.
Os semicírculos nos quais
não serão consideradas
as cargas ofensivas
deverão ser marcados
na quadra de
jogo com a
margem interna deles
estando a 1,25m
do ponto central da cesta (em projeção no piso). Uma falta ofensiva (carregar) nunca deverá
ser marcada caso o contato do atacante ocorra
com um defensor que esteja dentro do semicírculo.
Art.
29 Vinte e quatro segundos
Se a reposição for administrada na
quadra de defesa, caso exigido pelas regras respectivas, o relógio de 24 segundos deverá ser retornado
para 24 segundos. Se a reposição
for administrada na
quadra de ataque,
caso exigido pelas
regras respectivas, o relógio de
24 segundos deve ser ajustado como se segue:
⇒ Se o relógio mostra que faltam 14
segundos ou mais no momento em que o jogo
é paralisado, ele não deverá ser ajustado e permanecerá o mesmo tempo. ⇒
Se restarem 13 segundos ou menos no aparelho de 24 segundos no momento em que o jogo é paralisado, o relógio deve
ser ajustado para 14 segundos.
domingo, 27 de julho de 2014
CHEGADA DO BASQUETE NO BRASIL
O
Brasil foi um dos primeiros países a conhecer a novidade na América do Sul. Augusto Shaw,
um norte-americano nascido na cidade de Clayville, região de Nova York,
completou seus estudos na Universidade de Yale, onde em 1892 graduou-se
como bacharel em artes e onde Shaw tomou contato pela primeira vez com o
basquete.Dois anos depois,Augusto Shaw recebeu um convite para lecionar no tradicional colégio Mackenzie, em São Paulo. Na bagagem chegando ao Brasil, trouxe mais do que livros sobre história da arte. Havia também uma bola de basquete. Mas demorou um pouco até que o professor pudesse concretizar o desejo de ver o esporte criado por James Naismith adotado no Brasil.
A nova modalidade foi apresentada e aprovada imediatamente pelas mulheres. Isso "atrapalhou" a difusão do basquete entre os rapazes, movidos pelo forte machismo da época. Para piorar, havia a forte concorrência do futebol, trazido em 1894 por Charles Miller, e que se tornou a grande coqueluche da época entre os homens.
Aos poucos o persistente Augusto Shaw foi convencendo seus alunos de que o basquete não era um jogo de mulheres. Quebrada a resistência, ele conseguiu montar a primeira equipe do Mackenzie College, ainda em 1896. Uma foto enviada ao Instituto Mackenzie nos Estados Unidos, mostra o que seria a primeira equipe organizada no Brasil, justamente por Shaw. Estão identificados Horácio Nogueira e Edgar de Barros (em cima), Pedro Saturnino, Augusto Marques Guerra, Theodoro Joyce, José Almeida e Mário Eppinghauss (em baixo). Primeira equipe de basquete no Brasil, formada por Augusto Shaw no Colégio Mackenzie (SP), em 1896.
Shaw viveu no Brasil até 1914 e teve a chance de acompanhar a difusão do basquete no país. Faleceu em 1939, nos Estados Unidos.
Em 1933 houve uma cisão no esporte nacional, quando os clubes que adotaram o profissionalismo do futebol criaram entidades especializadas dos vários desportos. Nasceu assim a Federação Brasileira de Basquete, fundada a 25 de dezembro de 1933, no Rio de Janeiro. Em assembleia aprovada dia 26 de dezembro de 1941, passou ao nome atual, Confederação Brasileira de Basquete.
Assinar:
Postagens (Atom)

