segunda-feira, 2 de maio de 2011

ORIGEM DO BASQUETE


Em 1891, professores do Springfield College, em Massachusetts, nos Estados Unidos da América, colégio que formava os professores a serviço da associação cristã da juventude, durante a reunião anual, estudaram diversos problemas. a grande preocupação desse ano era o panorama da educação física. Os professores responsáveis por tal área, salientaram a necessidade urgente de uma modificação nas atividades, particularmente durante os meses de inverno, extremamente rigoroso. assistia-se a um desinteresse acentuado, crescente e ostensivo, pelas classes de educação física ministradas em ginásio, dado que os rigores da invernia impediam qualquer tipo de atividade ao ar livre. em muitos casos esse desinteresse dava origem a problemas disciplinares dos alunos, que urgia resolver.

O dr. Naismith foi então nomeado para professor de educação física da “classe rebelde”. tentou adaptar jogos conhecidos de ar livre, às condições materiais do ginásio, sem resultado, já que os alunos não aceitavam as experiências e rejeitavam as modificações que forçosamente teriam que ser impostas. Depois de várias tentativas, sem sucesso, Naismith foi obrigado a desistir da adaptação de um jogo ou desporto conhecido e dedicou-se ao estudo de uma solução diferente.

Como surge a ideia de novo jogo

Após analisar todos os jogos e experiências tentadas, concluiu que não era solução tentar convencer os jogadores, arreigados às tradições e aos hábitos de jogo, a aceitar uma expressão diferente em jogos que conheciam e praticavam com razoável sucesso. Decidiu fazer um estudo analítico de todos os jogos conhecidos, com a preocupação de identificar os elementos comuns, de comparar processos de jogo e de classificar as ações dominantes.

Esta análise levou Naismith às seguintes conclusões:
Os jogos que tinham maior aceitação entre a juventude americana, utilizavam uma bola. as dimensões e o peso da bola eram variáveis, bem como a sua forma, mas os jogos mais populares tinham a bola como elemento comum. Concluiu, imediatamente, que a solução seria encontrar um novo jogo e que este teria de utilizar uma bola. nesse tempo, as bolas que se utilizavam em jogos mais populares podiam dividir-se em bolas grandes e bolas pequenas.

Pensando que as bolas mais pequenas poderiam vir a ocasionar conflitos, nada convenientes à solução do problema disciplinar que o preocupava, já que poderiam ser escondidas e para sua utilização, tornar-se-ia indispensável o uso de equipamentos específicos (ténis = raquete; hóquei em campo = aléu; etc.), abandonou, definitivamente, a hipótese de um jogo com bola pequena.

O novo jogo deveria utilizar uma bola grande e leve, que poderia ser manejada com facilidade e que não pudesse ser escondida pelos jogadores.
Não se preocupou, Naismith, se a bola deveria ser oval ou redonda, mas sim com a forma de jogar e com as situações mais favoráveis num jogo com bola grande. No futebol americano o jogo corria-se com a bola e no ginásio tal situação não era aconselhável.

nova conclusão tirou : o novo jogo não permitia o transporte da bola durante a corrida ; seria, portanto, proibido correr com a bola nas mãos.
Tentando ir de encontro à ação individual que tanto agradava à juventude americana, viu que não havia muito por onde escolher. os gestos mais frequentes em todos os jogos eram o lançamento, o arremesso, o batimento, o agarrar.

A partir daqui faltava no entanto, o fator mais importante – a finalidade do jogo -! para encontrar um vencedor, o que é que os jogadores tinham de fazer ?
Como se obteria o resultado do jogo ? todos os jogos têm um objectivo específico, na finalidade próxima, à volta da qual se elabora o processo do jogo.

A finalidade do jogo

Passadas todas estas fazes, mandou chamar o super-intendente do colégio e perguntou-lhe se tinha duas caixas de madeira, quadradas, com 18 polegadas de lado, respondendo este que dispunha de dois cestos de pêssegos. eram mais largos em cima do que em baixo. Naismith p regou-os no balcão, em cada uma das extremidades do ginásio do Springfield College.

antes de fazer a primeira experiência com os “alunos rebeldes”, elaborou as primeiras regras - 13 – o nome do jogo - basquetebol -, foi sugerido por um aluno, já que era jogado com cestos e bola, tendo obtido a concordância do dr. Naismith. não se supunha, nem se imaginava, sequer, que o novo jogo iria, em 50 anos, transformar-se num dos desportos mais praticados no universo do desporto.

CHEGADA DO BASQUETE NO BRASILO Brasil foi um dos primeiros países a conhecer a novidade. Augusto Shaw, um norte-americano nascido na cidade de Clayville, região de Nova York, completou seus estudos na Universidade de Yale, onde em 1892 graduou-se como bacharel em artes e onde Shaw tomou contato pela primeira vez com o basquete.

Dois anos depois, recebeu um convite para lecionar no tradicional Mackenzie College, em São Paulo. Na bagagem, trouxe mais do que livros sobre história da arte. Havia também uma bola de basquete. Mas demorou um pouco até que o professor pudesse concretizar o desejo de ver o esporte criado por James Naismith adotado no Brasil. A nova modalidade foi apresentada e aprovada imediatamente pelas mulheres. Isso atrapalhou a difusão do basquete entre os rapazes, movidos pelo forte machismo da época. Para piorar, havia a forte concorrência do futebol, trazido em 1894 por Charles Miller, e que se tornou a grande coqueluche da época entre os homens.

Aos poucos o persistente Augusto Shaw foi convencendo seus alunos de que o basquete não era um jogo de mulheres. Quebrada a resistência, ele conseguiu montar a primeira equipe do Mackenzie College, ainda em 1896. Uma foto enviada ao Instituto Mackenzie nos Estados Unidos, mostra o que seria a primeira equipe organizada no Brasil, justamente por Shaw. Estão identificados Horácio Nogueira e Edgar de Barros (em cima), Pedro Saturnino, Augusto Marques Guerra, Theodoro Joyce, José Almeida e Mário Eppinghauss (em baixo).
Primeira equipe de basquete no Brasil, formada por Augusto Shaw no Colégio Mackenzie (SP), em 1896.

Shaw viveu no Brasil até 1914 e teve a chance de acompanhar a difusão do basquete no país. Faleceu em 1939, nos Estados Unidos.

Em 1933 houve uma cisão no esporte nacional, quando os clubes que adotaram o profissionalismo do futebol criaram entidades especializadas dos vários desportos. Nasceu assim a Federação Brasileira de Basketball, fundada a 25 de dezembro de 1933, no Rio de Janeiro. Em assembléia aprovada dia 26 de dezembro de 1941, passou ao nome atual, Confederação Brasileira de Basketball.

segunda-feira, 14 de março de 2011

ORIGEM DO FUTSAL


A Origem do futsal tem duas versões sobre o seu surgimento, como em outros esportes, há divergências quanto a sua invenção. Há uma versão que diz que o Futebol de Salão começou a ser jogado no Brasil por volta de 1940 por freqüentadores da Associação Cristã de Moços, em São Paulo, pois havia uma grande dificuldade em encontrar campos de futebol livres para poderem jogar e então começaram a jogar suas "peladas" nas quadras de basquete e hóquei. No inicio jogavam-se com cinco, seis ou sete jogadores em cada equipe mas logo definiram o número de cinco jogadores para cada equipe.

As bolas usadas eram de serragem, crina vegetal ou de cortiça granulada mas apresentavam o problema de saltarem muito e freqüentemente saiam da quadra de jogo. Então tiveram seu tamanho diminuído e seu peso aumentado. Por este fato o Futebol de Salão passou a ser chamado de "O Esporte da Bola Pesada".

Temos também a versão que nós, gaúchos, amantes deste esporte damos como a mais provável, o Futebol de Salão foi inventado em 1931 na Associação Cristã de Moços de Montevidéu/Uruguai, pelo professor Juan Carlos Ceriani, que chamou este novo esporte de "Indoor-Foot-Ball".

Destaca-se em São Paulo o nome de Habib Maphuz, que muito trabalhou nos primórdios do Futebol de Salão no Brasil. O professor da ACM de São Paulo, Habib Maphuz no inicio dos anos cinqüenta participou da elaboração das normas para a prática de várias modalidades esportivas, sendo uma delas o futebol jogado em quadras, tudo isto no âmbito interno da ACM Paulista.

Este mesmo salonista fundou a 1ª Liga de Futebol de Salão, a Liga de Futebol de Salão da Associação Cristã de Moços e após foi o 1º presidente da Federação Paulista de Futebol de Salão. Foi colaborador de Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandes para a elaboração do 1º Livro de Regras de Futebol de Salão editada no mundo, em 1956.

Apesar das divergências, o que se conclui é que o Futebol de Salão, nasceu na Associação Cristã de Moços, na década de 30 em Montevidéu ou na década de 40 em São Paulo.

Origem do futsal - Cronologia do Futsal

História do Futsal em 1949 - A ACM do Rio de Janeiro organiza o primeiro torneio aberto de futebol de salão para meninos entre dez e quinze anos.

História do Futsal em 1954 - Em 28 de julho é fundada, no Rio de Janeiro, a primeira entidade oficial, a Federação Metropolitana de Futebol de Salão, na sede do América Futebol Clube.

História do Futsal em 1955 - Em 14 de junho é fundada a Federação Paulista de Futebol de Salão.

Histórico do futsal em 1956 - É realizado o primeiro campeonato da cidade do Rio de Janeiro, com 42 disputantes, cabendo ao time carioca "Imperial" o título de primeiro campeão.

História do Futsal em 1958 - A Confederação Brasileira de Desportos resolve oficializar a prática de futebol de salão, uniformiza suas regras e funda o Conselho Técnico de Futebol de salão tendo as Federações Estaduais como filiadas.

Histórico do futsal em 1959 - Primeiro Campeonato Brasileiro de Seleções. A seleção do Rio de Janeiro fica com o título, Seleção Paulista fica com o vice-campeonato.

História do Futsal em 1971 - É fundada no Rio de Janeiro, a Federação Internacional de Futebol de Salão (FIFUSA), contando com a filiação de 32 países que praticavam o futebol de salão nos moldes brasileiros. O primeiro presidente da é João Havellange.

História do Futsal em 1981 - A CBFS consegue sua sede própria.

História do futsal em 1982 - É realizado o primeiro campeonato Mundial de Seleções de Futsal, com o ginásio do Ibirapuera o Brasil torna-se o primeiro campeão vencendo o Paraguai.

História do Futsal em 1985 - O segundo Campeonato Mundial de Futsal é realizado na Espanha e o Brasil torna-se bi vencendo a própria Espanha.

História do Futsal em 1988 - Na terceira edição do Mundial de Seleções o Paraguai surpreende o Brasil e fica com o título na Austrália.

Histórico do futsal em 1989 - A Holanda é sede do quarto Mundial de Seleções, mais uma vez o Brasil conquista o título diante dos donos da casa.

História do Futsal em 1990 - A FIFA homologa a supervisão do futsal mediante extinção da Fifusa e cria sua comissão de futsal. Posteriormente, algumas Federações desistem de acabar com a Fifusa e elegem o Sr. Antonio Alberca presidente. Surge o termo Futsal.

Histórico do futsal em 1992 - Na quinta edição do Mundial de Seleções, o Brasil conquista seu quarto título diante dos Estados Unidos em Hong Kong. A organização fica por conta da FIFA.

História do Futsal em 1996 - Sexta edição do Mundial de Seleções, o Brasil conquista o Pentacampeonato Mundial diante da Espanha, donos da casa.

História do Futsal em 2000 - Sétima edição do Mundial de Seleções, na Guatemala, o Brasil é surpreendido pela Espanha na Final.

Histórico do futsal em 2002 - É realizado o primeiro Brasileiro de Seleções Feminino em São Paulo, a Seleção Paulista é a campeã de forma invicta.

História do Futsal em 2003 - Por intermédio de Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, o Futsal é incluído nos jogos Pan-Americanos de 2007 no Rio de Janeiro. A Federação Paulista de Futsal lança um projeto em prol do Futsal: "Eu Quero Futsal Olímpico".

Histórico do futsal em 2004 - A FIFA promove, na China, o seu 5º Campeonato Mundial. A Espanha é bicampeã. O Brasil, pela primeira vez, fica de fora de uma final de Copa do Mundo. Boa parte dos jogadores brasileiros que se destacam ou com acesso à dupla cidadania é contrata por equipes de todo o mundo.

Em 2008 o Brasil venceu a Espanha nos penaltis e foi campeão mundial de futsal

CARTÃO VERMELHO:

1. Os árbitros poderão determinar, sem necessidade de prévia advertência, a expulsão do atleta ou membro da comissão técnica que infringir, acintosamente, qualquer dos itens desta regra;

2. A expulsão de atleta participante da partida será TEMPORÁRIA para a equipe e pelo tempo de 2 (DOIS) MINUTOS, após o que a mesma poderá ser recomposta com outro atleta em seu lugar, podendo ser com a bola em jogo ou fora de jogo.

3. O atleta expulso estará definitivamente excluído e não poderá retornar nem permanecer no banco de reservas e proximidades; Quando a equipe em inferioridade numérica, no decurso dos dois minutos após a expulsão, sofra a marcação de um tento poderá a mesma recompor-se de um atleta imediatamente.


Ou seja, o jogador expulso não pode mais voltar, mas após 2 minutos a equipe poderá substituí-lo.


HISTÓRICO     No Brasil


O   Futebol  de   Salão   tem   duas   versões   sobre   o   seu   surgimento,   como   em   outros
esportes, há divergências quanto a sua invenção. Há uma versão que diz que o Futebol
de Salão  começou  a ser  jogado  no  Brasil por  volta de 1940  por  freqüentadores  da
Associação Cristã de Moços.

Em São Paulo, pois havia uma grande dificuldade em encontrar campos de futebol
livres para poderem jogar  e então começaram a jogar suas "peladas" nas quadras de
basquete e hóquei. No inicio jogavam  com cinco, seis ou sete jogadores em cada equipe mas logo
definiram o número de cinco jogadores para cada equipe.

As   bolas   usadas   eram   de   serragem,   crina   vegetal   ou   de   cortiça   granulada   mas
apresentavam o problema de saltarem muito e freqüentemente saiam da quadra de jogo.
Então tiveram seu tamanho diminuído e seu peso aumentado. Por este fato o Futebol de Salão passou a ser chamado de "O Esporte da Bola Pesada".

1990 ­ A FIFA homologa a supervisão do futsal mediante extinção da Fifusa e cria
sua comissão de futsal. Posteriormente, algumas Federações desistem de acabar com a
Fifusa e elegem o Sr. Antonio Alberca presidente. Surge o termo Futsal.

1992 ­ Na quinta edição do Mundial de Seleções, o Brasil conquista seu quarto título
diante dos Estados Unidos em Hong Kong. A organização fica por conta da FIFA.

2002 ­ É realizado o primeiro Campeonato Brasileiro de Seleções Feminino em São
Paulo.

2003 ­ Por intermédio de Carlos Arthur Nuzman, o Futsal é incluído nos jogos Pan­
Americanos de 2007 no Rio de Janeiro.

História  do  Futsal em 2004  ­ A FIFA promove, na  China, o  seu  5º  Campeonato
Mundial. A Espanha é bicampeã. O Brasil, pela primeira vez, fica de fora de uma final
de Copa do Mundo.   

FUNDAMENTOS DO FUTSAL:
•A) PASSE;
•B) DRIBLE;
•C) CHUTE;
•D) RECEPÇÃO ou DOMÍNIO DE BOLA;
•E) CONDUÇÃO;
•F) CABECEIO;
•G) FINTA;

1-PASSE
•é o ato de trocar a posse de bola. O passe é a base de toda a estrutura tática e técnica da
equipe. Geralmente avalia­se o desempenho de uma equipe, pela boa troca de passes
dos seus jogadores.

Existem Vários Tipos de Passes:
•1 – passe com a parte interna do pé;
•2 – passe com a parte externa do pé;
•3 – passe de calcanhar;
•4 – passe com o peito do pé;
•5 – passe de cabeça;
•6 – passe com a planta do pé.

2-DRIBLE
É o ato de enganar, livrar­se da marcação do adversário, com o total domínio da bola
durante a sua execução. Podem existir dribles longos ou curtos, e sobre o adversário ( carretilha ).
O   drible   manifesta   a   habilidade   na   condução   da   bola   que   caracteriza   o   talento
individual de um jogador.

3-CHUTE
Geralmente usado com força objetivando o gol. O chute pode ser dado, assim como
o passe, com várias partes do pé:
Chute de bico;
Chute de peito do pé;
Chute de calcanhar;
Chute com face externa do pé;
Chute com face interna do pé;

Os Chutes são Classificados também,  segundo a execução:
Chutes simples ou reto;
Chute por cobertura – feito por cima da barreira ou jogador;
Chute de voleio – chute dado com a bola no ar;
Chute bate – pronto – chute feito com a bola a meia altura;
Chute de pivô – chute feito durante um giro, quando a bola é recebida estando o jogador de
costas para o gol.

4-RECEPÇÃO ou DOMÍNIO DE BOLA
É o ato de receber a bola vinda de um passe ou arremesso. Portanto, o jogador tem que estar preparado em todos os momentos da partida para a recepção de uma bola que pode vir rasteira ou pelo alto, o mais lento ou rápido.

Classificamos a Recepção em:
1 – com o pé;
2 – com a coxa;
3 – com o peito;
4 – com a cabeça;

1 – COM O PÉ:
Usado em bolas rasteiras e meia altura.
Podemos distinguir 3 tipos de recepção com os pés:
A – peito do pé;
B – parte interna;
C – parte externa;
D – sola do pé;

2 – COM A COXA:
Se a bola vem do alto, numa altura em que não é possível pará­la nem com o pé nem
com o peito.

3 – COM O PEITO:
Usamos esta recepção quando a bola vem pelo alto em parábola ou em linha reta.

4 – COM A CABEÇA:
Muitas vezes recebemos a bola numa trajetória alta e não podemos alcançá­la, senão
com a cabeça.

A CONDUÇÃO
A bola deve ser conduzida pelo jogador de forma que esteja sempre a uma distância
que lhe permita agir sobre ela.

OS TIPOS MAIS COMUNS DE CONDUÇÃO SÃO:
1 – peito do pé;
2 – parte interna do pé;
3 – parte externa do pá;
4 – sola do pé;

CABECEIO NO FUTSAL
•Quem cabeceia o faz para marcar um gol, para defender a sua equipe ou para passar a
bola para um companheiro de equipe A exemplo do chute e do passe, o cabeceio pode
ter diferentes trajetórias, pode ser em linha reta, para o alto ou em direção ao chão.

FINTA
•Finta, ao contrário do drible, é realizada sem bola. Ainda que quem finta esteja sem
bola, o faz com o objetivo de obtê­la. A finta tem o objetivo de levar a criança a enganar
o seu adversário para receber a bola.

POSIÇÕES dos JOGADORES
• Goleiro ­ defende o gol de todos os ataques do adversário e também pode atacar;
• Fixo ­ defensor,;
• Ala (esquerdo e direito) ­ Conduzem o jogo na lateral da quadra;
• Pivô ­ movimenta­se no ataque.

FUTSAL FEMININO
A primeira  edição  da Liga  Futsal Feminina  foi realizada  em 2005. A competição
idealizada pela Confederação Brasileira de Futsal (CBFS)  chegou num momento de
crescimento da categoria em todo o Brasil. APOSTILA DE FUTSAL

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Alunos participam do dia "D" no CEM Castro Alves


Os professores das disciplinas de Matemática, Português, Inglês e Educação Física trabalharam juntos no projeto dia “D” da leitura, que aconteceu no último dia 11 sexta-feira, no Centro de Ensino Medio Castro Alves, a ação atendeu os alunos dos turnos vespertinos e matutinos, que tiveram quatro espaços diferentes para compreenderem um pouco mais da importância dos livros didáticos.

Vários recursos foram usados, começamos com o Vídeo, local a onde os alunos acompanharam filmes, palestras e conteúdos que buscaram valorizar os livros didáticos; No laboratório de matemática também foi apresentado à função do material recebido pelos alunos gratuitamente; no pátio da escola uma dinâmica em inglês criada na sala de aula teve sua culminância com a leitura das frases elaborada pelos alunos e lida diante de tudo o turno; Para fechar as atividades do dia “D” da leitura, o LABIN (laboratório de Informática) foi utilizado pelos alunos que acessaram o Blog “http://esportecastroalves.blogspot.com” que apresentou algumas características para a conservação dos livros didáticos.

Mais de 700 alunos participaram das atividades em comemoração ao dia “D” da leitura no CEM Castro Alves, o objetivo foi mostrar aos alunos a importância dos livros didáticos, na construção do saber e o porquê da conservação dos livros que foram recebidos gratuitamente por cada discente da escola.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Dia "D" da Leitura


Apesar das inovações tecnológicas como os Blogs, os jogos, DVD e a internet. Os livros didáticos continuam sendo importantes para o ensino no Brasil. Para que todas os alunos tenham acesso a esse instrumento de transmissão de conhecimento é necessário que eles sejam bem cuidados as recomendações são:

Encapar os livros, não rabiscá-los, não sujá-los, guardá-los em locais que evitem que eles sejam amassados e não comer perto deles para que nenhum alimento caia sobre eles.

Essas recomendações são passadas por coordenadores e professores a todos os alunos do CEM Castro Alves. Eles ficam sabendo desde cedo o valor do aprendizado e também a cuidar dos Livros que servirão para outros alunos nos anos seguintes.

Nós, professores do CEM Castro Alves, acreditamos que a educação é um dos caminhos para o sucesso e desenvolvimento das pessoas.